O Banco Central do Brasil anunciou avanços significativos nos testes do Drex — o real digital — com bancos privados. A segunda fase do piloto, que inclui casos de uso mais complexos como contratos inteligentes e tokenização de ativos, está progredindo conforme o cronograma.
O Drex não é uma criptomoeda no sentido popular do termo. É uma moeda digital emitida pelo Banco Central, com valor equivalente ao real físico e respaldada pelo governo. A diferença está na forma: o Drex existe apenas em formato digital, em uma infraestrutura de blockchain permissionada.
A principal inovação do Drex são os contratos inteligentes — programas que executam automaticamente quando condições pré-definidas são atendidas. Isso pode simplificar operações financeiras complexas: financiamentos imobiliários, liquidação de operações de câmbio, pagamento de dividendos.
O Banco Central prevê o lançamento do Drex para o público geral em 2026. Mas o cronograma pode mudar dependendo dos resultados dos testes em andamento.